Delegada critica decisão do prefeito de Goiânia capital de Goiás em restringir ação da Guarda Civil Municipal.

A Delegada Adriana Accorsi que é Deputada Estadual usou a tribuna da Assembleia Legislativa de Goiás para lamentar a determinação do prefeito de Goiânia, em restringir a ação da Guarda Metropolitana de Goiânia.

Conforme noticiou o Jornal Opção, o peemedebista informou à imprensa nesta semana que a corporação vai deixar de patrulhar os bairros e se dedicar exclusivamente a segurança dos prédios públicos.

Para a autoridade policial, o posicionamento do prefeito é um total retrocesso para a capital. “A atual gestão está indo na contramão da história e da lei, já que a Lei federal nº 13.022 define a Guarda Municipal como força de segurança pública”, declarou a Delegada parlamentar.

“Por que o município deixará de contribuir com a segurança das pessoas que vivem na cidade? Será que a vida humana vale menos que a manutenção de prédios?”, endossou.

Em sua fala, a Delegada Adriana Accorsi ainda detalhou ações da administração passada, apresentando números que comprovariam a importância da atuação dos Guardas Municipais para a segurança da cidade.

“A Guarda Civil Metropolitana, junto com as polícias, pode trabalhar pela nossa segurança, por isso peço que os colegas que

Delegada de polícia e Deputada Estadual de Goiás.
levem esse pedido de sensibilização ao atual prefeito, para que famílias, principalmente das periferias, não sofram mais”, finalizou.

Um comentário em “Delegada critica decisão do prefeito de Goiânia capital de Goiás em restringir ação da Guarda Civil Municipal.

  • 30/07/2017 em 8:44 pm
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    Parabéns à Delegada, Drª. Adriana Accorsi, isso demostra que ela está realmente comprometida com o bem estar social ao contrário da Sr. Prefeito que parece não estar nem aí para a segurança do cidadão.
    Pois as Guardas Municipais exercem suas funções respaldadas pela Constituição Federal, agindo dentro do interesse local e em prol da coletividade, exercendo o policiamento municipal, realizando a segurança dos munícipes, colaborando com as demais forças de segurança pública que compõem o artigo 144 da Constituição Federal. Dessa forma, o Prefeito não pode agir ao sabor do interesse de grupos ou pessoas avessas as leis, mas deve se espelhar, no espírito da vontade do povo, como garantia do bem coletivo e das aspirações da sociedade.

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